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Política Profissional vai promover ações em prol do uso das Tabelas de Honorários

Em sua primeira reunião da gestão 2018-2020, a Comissão Especial de Política Profissional do CAU/BR (CPP) decidiu encaminhar ao Colegiado das Entidades Nacionais dos Arquitetos e Urbanistas (CEAU) proposta para o desenvolvimento de ações conjuntas objetivando a implantação efetiva das Tabelas de Honorários e do Salário Mínimo Profissional.  

 

Comissão de Política Profissional (2018): Ricardo Fonseca, Guivaldo Baptista, Emerson Nascimento (coordenador-adjunto), Josemée Gomes (coordenadora), e José Antônio Godoy (Foto: San Rogê – CAU/BR)

 

O encontro ocorreu em Brasília nos dias 1º e 2 de fevereiro e foi conduzido pela coordenadora Josemée Lima. Segundo ela, a proposta coloca em prática, pela primeira vez, atividade prevista no novo Regimento Interno do CAU/BR. Com idêntica preocupação por uma maior sinergia entre as comissões decidiu-se buscar uma aproximação das atividades da CPP com as Comissões de Exercício Profissional e de Política Urbana e Ambiental. “Dessa forma, nossas ações poderão ganhar maior robustez e alcance, já que os temas abordados teriam maior transdisciplinaridade”, afirma a coordenadora.

 

Entre as atividades a serem desenvolvidas em 2018 algumas dizem respeito ao incentivo de financiamentos de projetos. O CAU/BR defende a destinação de um percentual de 15% do valor financiado pelo programa Construcard/Caixa, hoje restrito à compra de materiais de construção. A CPP deseja também uma aproximação com o Banco do Brasil objetivando a ampliação da divulgação de financiamentos de projetos de acessibilidade pela instituição.

 

Em colaboração com a Confederação Nacional dos Municípios (CNM), a Comissão pretende desenvolver o projeto “Um Arquiteto e Urbanista por Prefeitura”. Dando sequência à prática de aproximação da CPP com as instituições que desenvolvem trabalhos de Arquitetura e Urbanismo em Habitação de Interesse Social, a Comissão fará uma aproximação com a ONG TETO. A entidade tradicionalmente concentra seu trabalho no atendimento às famílias em estado de emergência, viabilizando habitações provisória por meio de ações comunitárias e subsídio institucional.  Agora, contudo, ela deve ampliar seu trabalho para habitações permanentes, o que exige cumprimento de procedimentos formais que zelem pela boa condução da Arquitetura e Urbanismo.

 

Fonte: CAU/BR

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